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“E por se multiplicar a iniquidade o amor de quase todos esfriará”. Mt. 24:12

Programas de TV de mau gosto extremado, comandados por profissionais de mídia despreparados e sem qualquer capacidade para a construção de uma análise dos fatos, privilegiando a ética, são apresentados ao público brasileiro diariamente, fomentando uma onda de ódio cada vez maior. Eles utilizam chavões relacionados à liberdade de expressão e buscam inserir-se entre os comportamentos tidos como democráticos, sendo aceitos pela camada mais desinformada da sociedade.

Esse pseudo-jornalismo, mais para um reality show, contribui para o  embrutecimento social, em um cenário no qual o ser humano é visto tão somente como um objeto destituído de qualquer sentimento. Como robôs, esse apresentadores incorporam personagens de um circo de horrores, onde as cenas de sadismo, o tom militarista e o palavreado chulo ampliam a audiência, num jogo fascista que eles próprios desconhecem, por falta de lastro cultural.

A filósofa alemã Hanna Arendt, quando cobriu para uma revista norte-americana o julgamento de um dos carrascos do nazismo, Adolf  Eichman, seguiu uma linha de pensamento que chamou de “a banalização do mal”, depois transformada em livro. Para ela, o assassino de milhares de judeus agiu como mero cumpridor de ordens, sem se preocupar muito com sentimentos, ética e a vida humana.

O mesmo ocorre nos dias de hoje com os apresentadores desses programas. Apenas seguem o roteiro. Desconhecem sentimentos e evitam deter-se em uma análise sobre o que uma cena poderá causar de mal. Diariamente, cenas bizarras são ofertadas ao público. Pessoas deficientes colocadas em rodas de zombaria, dramas e tragédias humanas abordadas de forma humilhante, muitas vezes com o apresentador, literalmente, às gargalhadas, em inevitável demonstração de sadismo.

Ora, como justificar a apresentação desses quadros levando em consideração o conceito do que é notícia? Dias desses, a personagem de um desses programas não tinha nome, não havia nada contra ela, não desacatara ninguém, enfim, não havia uma história. Só o triste quadro de um ser humano em situação deplorável, parecendo estar drogado. Sem dinheiro ou status social, os protagonistas de dramas cotidianos como esse não têm a quem recorrer e, humilhados e ofendidos, seguem suas trajetórias.

É bom lembrar que as emissoras de TV são concessões públicas e, por essa razão, devem ser reguladas por normas que privilegiem a ética e o bom jornalismo, aliás, como existe em vários países, como Estados Unidos, Inglaterra, França, entre outros. Não se trata de censura, como afirmam os defensores da audiência a qualquer custo. As normas de concessões públicas da mídia eletrônica não podem contribuir para ampliar o nível de embrutecimento da sociedade, como está ocorrendo no Brasil. Sem falar na concentração da maior fatia do bolo publicitário por um pequeno grupo de grandes empresas.

Além disso, esses programas ignoram uma das regras de ouro do bom jornalismo, a de sempre ouvir o outro lado. A uma denúncia, suas equipes colocam o caso no ar: publicam, garante a audiência, para depois apurar, o que nem sempre acontece. Em conseqüência, há uma crescente violação das normas que regem a sociedade, com descrédito para o jornalismo sadio, quando a verdade vem à tona. E ela sempre aparece, mesmo que demore.

Denúncias anônimas recebem o tratamento de grande matéria, sendo oferecida ao telespectador sem a versão do denunciado, em autêntica demonstração de um jornalismo antidemocrático e antiético, exemplo perfeito do conceito capenga de publicar para depois apurar. Pior do que isso é que a matéria correta, quando enviada a diretores e apresentadores, é quase sempre desprezada. Essa postura, lamentável sob todos os aspectos, afasta esse tipo de jornalismo da verdade, da história bem apurada e coloca-o bem abaixo de qualquer crítica. É puro lixo.

Eli Junquilho

“E conhecereis a verdade,

 e a verdade vos libertará”. Jo. 8: 32.

 “Se pois, o Filho vos libertar,

verdadeiramente sereis livres”. Jo. 8: 36.

Em 1998 conheci esta verdade e Jesus mudou o meu viver. Hoje, com 64 anos, 14 no evangelho, posso testemunhar o que Deus fez em minha vida. Era católica, adorava imagens, enfim, tinha uma religião, que, hoje eu sei, não salva, nem liberta ninguém. Jesus diz, em João 14:6: “Eu sou o caminho, a verdade, e a vida, Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim”. Eu tinha uma vida completamente perdida, em busca de algo, mas continuava sempre com o coração vazio, um espaço que só Jesus pode preencher. Fumava, bebia, viajava, mas tudo continuava a mesma coisa.

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Jehozadak Pereira

Outro dia uma notícia chamou-me a atenção na internet. Na Índia, um grupo de habitantes espancou e quase matou muçulmanos porque um deles havia matado uma das vacas que andavam soltas pelas ruas e tinha invadido e destruído a pequena plantação dele. Como se sabe os hindus veneram e tem a vaca como animal santo e, donos do maior rebanho do mundo, padecem de fome e o gado é o que mais apresenta doenças e infecções. Não se toca numa vaca por nada, e não se permite que outras religiões o façam também, a reação é violenta e pode causar a morte de quem o faz.

Pois bem, por incrível que possa parecer temos no nosso meio, especialmente entre os nossos prezados irmãos uma multidão de adoradores de vacas sagradas.

E o pior – furiosos adoradores. Continuar Lendo »

Há mais ou menos dois anos entrevistei via internet o jornalista e escritor Jehozadak Pereira, autor dos mais lidos no cenário evangélico brasileiro, para uma revista que pretendia lançar. Como o tempo passa rápido e o projeto da revista não vai na mesma velocidade, resolvi publicar o material, que se mantém atualíssimo e com muita informação sobre o movimento evangélico brasileiro, hoje recheado de modismos fruto da ação de falsos profetas. Em seus artigos, Jehozadak aborda a questão do misticismo e do esoterismo e a consequente contaminação espiritual que se origina a partir deles. Foi o primeiro jornalista brasileiro a abordar a temática corrompida espiritualmente de “Harry Potter” e “O Senhor dos Anéis”, o que lhe custou ameaças de morte e xingamentos. Ele escreveu ainda com muita propriedade a questão do comprometimento político de algumas figuras da igreja no Brasil,o que igualmente lhe custou algumas ameaças de processos e de morte. É autor de “O que são temperamentos?”, precioso livro, esgotado, que mostra a origem esotérica dessa teoria, aceita por lideranças evangélicas. Mora na região de Boston, e é editor de dois jornais brasileiros, além de ser um premiado jornalista pelo seu trabalho no jornalismo nos Estados Unidos. 

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Roberta Junquilho Rossi

“…toma, pois, este bordão na mão, com o qual hás de fazer os sinais.” ( Exôdo.4:17)

Meditando neste versículo, lembrei do meu cachorro Pelé.
Não estranhem não. Na verdade, lembrei da caminhada que fizemos, eu e
Marcelo com o nosso cachorro Pelé, um labrador muito bonitão que há
tempos não saía para uma caminhada.
Pois bem, depois de muita luta da minha parte, pois eu queria caminhar sem
o cachorro e meu marido insistia que o animal precisava de ar fresco, fazer
exercícios, etc. Bem, esse dilema quase ia estragando meu domingo de folga
e, enfim concordei em irmos juntos caminhar com Pelé. Continuar Lendo »

Roberto Junquilho

O objetivo principal deste blog é a pregação da Palavra de Deus, que é a Bíblia Sagrada, a fim de cumprir a grande ordenança do Senhor Jesus Cristo: “Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura…”. Publicamos estudos bíblicos, comentários sobre fatos da atualidade dentro da visão bíblica, análise de temas políticos, econômicos, sociais e culturais que estejam relacionados com o papel da igreja do Senhor neste mundo tão conturbado, uma consequência direta do distanciamento do homem de Deus. Continuar Lendo »

“E não há criatura alguma encoberta
diante dele; antes todas as coisas
estão nuas e patentes aos olhos daquele
com quem temos de tratar”. Hb. 4:13.

Roberto Junquilho

Deus nos fala por meio de sua palavra e coloca a descoberto todo o nosso ser. Não há como escapar. É com o diz o salmista: “Tu conheces o meu assentar e o meu levantar; de longe entendes o meu pensamento” (Sl. 139:2). Ele nos formou e quando Deus faz sua palavra agir pelo Espírito ela nos confronta com a nossa realidade mais profunda, remove a poeira de áreas íntimas onde a ciência não consegue alcançar e penetra até o ponto de dividir alma e espírito. A palavra é viva e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes. (Hb 4:12).
A palavra convence, converte e conforta poderosamente. É a espada do Espírito (Ef. 6:17). Ela é tão forte que derruba fortalezas, ressuscita mortos, faz com que surdos ouçam, cegos vejam e mancos andem. A palavra é poderosa para quebrar o reino de Satanás e estabelecer o reino de Cristo. Ela sai da boca de Deus: “Tinha na mão direita sete estrelas e da sua boca saía uma espada afiada de dois gumes”. (Ap. 1:16). A palavra transforma o espírito orgulhoso em humilde, o perverso em manso e obediente, e salva os que se acham perdidos. Continuar Lendo »

Roberta Junquilho Rossi

Lendo recentemente uma revista semanal de grande circulação, chamou minha atenção o teor da entrevista principal, com a atriz do teatro, cinema e televisão Fernanda Torres.
Na entrevista, ela relata sua experiência de vida, a relação com as drogas, o início da carreira, casamento, filhos, sua libertação do vício, enfim, um resumo de sua vida pessoal. Falou de política, da evolução do País ao longo do tempo e o que mais me chamou atenção foi quando ela, com uma impressionante verdade e eloqüência disse, chocada:
 “A minha geração tinha a política, o álcool, as drogas, o sexo livre  e isso era uma contravenção na época. Éramos apontados como diferentes, transgressores de regras, muitas vezes, marginalizados mesmo. Pela família e  pela sociedade.  O mito do revolucionário era encantador. Continuar Lendo »

Roberta Junquilho Rossi

“Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mt.22:39b)

Hoje orei por Flávia.

Senti a dor de Flávia, que mora no bairro da Tristeza que, apesar do nome, é bairro nobre. Tinha boa casa, com piscina, churrasqueira, jardim; boa aposentadoria, marido e filho.

Lembrei da pregação de uma irmã que dizia: “nós somos corpo e não multidão, precisamos ser, cada vez mais, CORPO de Cristo!”

Flávia não é minha irmã, amiga, vizinha nem sequer minha conhecida. Ela é minha semelhante, meu próximo. E hoje eu senti amor pela sua vida. Continuar Lendo »

Roberto Junquilho

“A Bíblia é a Palavra de Deus, o manual do fabricante”, dizia o pregador, olhar fixo no auditório como se falasse diretamente para mim, recém-convertido ao evangelho de Cristo e  cheio de dúvidas e desconfianças, uma atitude mais que normal em se tratando de um viajante chegando a uma região desconhecida para quem tinha a mente formada no pensamento marxista/leninista entre outras filosofias humanistas. Era o início de 1998, e eu iniciava a caminhada ao lado do Senhor Jesus, depois de décadas no ateísmo. As palavras ficaram gravadas em minha mente e logo mergulhei fundo nesta área inexplorada, transformando-me em leitor assíduo e estudioso desse maravilhoso livro, vivendo, a partir de então, inesquecíveis experiências com Deus, dentro de um processo que pode parecer sem lógica se visto da forma como a que eu estava acostumado. A cada dia, porém, as experiências testificam a verdade absoluta das palavras do Senhor Jesus, como está registrado no Evangelho de João, cap. 8 v. 32: “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”. Sou livre, graças a Deus, para, a todo momento, dizer não ao pecado, nesta luta incessante visando a definitiva substituição das coisas passageiras do mundo pelas bênçãos eternas de Deus. Esta é a grande batalha que o cristão tem de enfrentar até que o Senhor venha. Continuar Lendo »

O Egito

Roberta Junquilho Rossi

Devo começar pedindo desculpas aos leitores do blog, afinal, é responsabilidade de quem cria um blog, mantê-lo atualizado e escrever regularmente. Há que se ter disciplina, método e uma certa dose de coragem também. Como este não é um blog qualquer, necessita-se de uma inspiração maior, vinda de Deus, pois aqui falamos das coisas referentes a Ele. Não que Deus não me inspire todos os dias, mas o dia a dia, o trabalho, os problemas, a família, as coisas terrenas muitas vezes nos consomem a tal ponto que parar para escrever sobre Ele não se torna uma tarefa assim tão fácil. Hoje vou falar um pouco sobre o Egito.

Isto porque outro dia ouvi alguém dizer assim: “Isso é saudade do tempero do Egito!”. Claro que a pessoa falava à outra como um alerta, uma exortação, preocupada com alguma atitude impensada de alguém querido. Não pude deixar de me lembrar da minha passagem pelo Egito e logo Deus me deu algumas coisas que compartilho com vocês. Na verdade, foi no Egito que Moisés foi chamado por Deus para guiar o povo à Terra prometida. Foi no Egito, após passar por várias provações que José foi nomeado governador e usado por Deus para salvar o povo da fome e engrandecer o nome d’Ele. O Egito foi palco de inúmeras manifestações do poder de Deus sobre a Terra, a Bíblia nos mostra isto em vários episódios. Creio que o passar pelo Egito os deixou mais fortes e foi estratégia de Deus para que eles se tornassem o que se tornaram. Assim como foi a estratégia que Deus usou para me resgatar. Continuar Lendo »

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